Nem todos sabem, mas Aparecida (ou Aparecida do Norte), em São Paulo, é a cidade brasileira que mais recebe visitantes, mais até que o Rio de Janeiro

Santuário de Aparecida (Foto: Esse Mundo É Nosso)
A 160Km da capital paulista, a cidade do interior recebeu 10,8 milhões de visitantes em 2011, contra 5,5 milhões da Cidade Maravilhosa.

Estes milhões de fiéis viajam até a cidade para visitar o Santuário Nacional de Aparecida, o maior dedicado a Nossa Senhora do mundo. A imponente Basílica às margens da Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, pode ser vista de longe.
A Basílica Nova teve sua pedra fundamental lançada em 1946, no Morro das Pitas, mas as atividades só passaram a ser realizadas ali em definitivo a partir de 1982, quando a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi levada da Antiga Basílica para a Nova.

A construção da Basílica Nova tem forma de cruz grega, símbolo do Cristianismo, com extensão de 173 metros por 168 metros de largura. A cúpula central chega aos 70 metros de altura e a Torre onde fica o relógio alcança 107 metros – e pode ser visitada. A área coberta é de 18.000 m² e foram usados 25 milhões de tijolos em sua construção.
Os números impressionantes não param por aí. A Basílica pode receber até 43 mil pessoas de uma só vez, conta com área construída de 23.300 m² e um estacionamento de 272.000 m², com capacidade para 2 mil ônibus e 3 mil automóveis.

A cerca de 2 horas de São Paulo (170 km da capital paulista) está Serra Negra. Com 25 mil habitantes,a cidade reúne em seu centro inúmeras lojas


No inverno, as vitrines das lojas exibem roupas de frio com preços bem elevados. Por isso, a dica para quem quer renovar o guarda-roupa com malhas bonitas, de qualidade e menos caras é ir até alguma cidade que tenha entre um dos seus principais atrativos o comércio de roupas de inverno.

Além disso, na avenida principal há algumas galerias com mais lojas e cafés. Prepare-se para andar muito atrás da sua roupa favorita. Há malhas de todos os preços, que variam de 30 a mais de 300 reais.
A cidade também conta com passeios ecológicos, teleférico, que custa 12 reais o passeio, e um Cristo Redentor a 1080 metros de altura (o segundo maior do país).

Se você for para Serra Negra, atente-se para um detalhe. Durante a noite, a cidade fica bem parada e o ideal é ficar mesmo no hotel. Portanto, escolha um que tenha até mesmo jantar incluso. Entretanto, no mês de julho,  um festival com shows e apresentações deve deixar a noite mais movimentada.
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Em Aracaju, para minha felicidade, são três os mercados centrais, um ao lado do outro, num mesmo complexo à beira-mar

Mercado de Aracaju (Foto: Ascom)
Confesso que sou viciado em mercados, seja no Brasil ou fora do país. Acho que eles reúnem num único lugar a identidade e a cultura do povo local. .
O mercados Antônio Franco, Thales Ferraz e Albano Franco são excelentes para conhecer a cultura sergipana. Um é dedicado ao artesanato, outro a produtos típicos (como queijos e farinhas) e o último vende frutas e hortaliças.
Os corredores do prédio histórico são dedicados ao artesanato. Além dos produtos serem lindos e alguns curiosos, os preços são bem mais baixos que na badalada Orla de Atalaia. Então aproveite a visita para comprar as lembrancinhas.

Entre uma loja e outra, é fácil encontrar um grupo cantando um sambinha ou um sanfoneiro de mesa em mesa dos barzinhos.
A ida ao segundo andar, onde fica uma espécie de camelódromo, só vale mesmo para ter uma vista de cima do mercado. No mais, é uma feirinha do Paraguai.
Sem dúvida é um grande passeio visitar os mercados centrais de Aracaju. Procure ir na hora do almoço. Além das barracas e bares, o mercado de artesanato tem um restaurante no terraço.

Av. Rio Branco, s/n° – Centro.
Segunda a sábado – 6h às 18h
Domingos – 6h às 12h





  

Perto da fronteira do Brasil com a Venezuela, Boa Vista é uma das capitais menos conhecidas dos brasileiros e a única completamente no Hemisfério Norte

Boa Vista, Roraima (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Como já contamos aqui, a cidade é surpreendente e um lugar muito interessante de se conhecer. Uma das mais gostosas atrações do lugar é a Praia Grande, como contaremos a seguir.

Durante os meses de seca na região (de outubro a março), o nível das águas do Rio Branco diminui e pode-se ver surgir em toda sua extensão lindas praias de água doce. Uma delas, do lado oposto à margem da cidade, é a Praia Grande, uma das atrações imperdíveis se você estiver em Boa Vista nesse período.

Sob o sol forte, que faz os termômetros baterem os 40ºC ainda pela manhã, dezenas de banhistas da capital de Roraima cruzam o rio para curtir a areia clara, as barracas e as mesas colocadas dentro da água. É uma delícia passar uma tarde ali, tomar uma cerveja, comer um petisco local e ainda assistir a um pôr-do-sol de tirar o fôlego.
Ali também são praticados esportes radicais, como jet ski, quadriciclos e até mesmo voos panorâmicos em ultraleves.

Vou mostrar um cantinho especial do Estado que eu conheço muito bem, Lavras Novas, a 17Km de Ouro Preto. Embarque com a gente rumo a esse lindo lugar



Quando se aproxima desse distrito de Ouro Preto, a estrada em alguns pontos é de terra e bem sinuosa, sem contar a enorme pedra que fica pendurada, parecendo que a qualquer momento pode cair sobre quem passa.

O carro vai “aos trancos e barrancos” e chega bem perto de ser uma aventura. Talvez fosse melhor evitar o perigo, se a beleza e aconchego não valessem tanto a pena!
Com população de pouco mais de 1.500 pessoas, a pequena Lavras Novas possui muitas grandezas. Situada a 120 km de Belo Horizonte, o turismo vem crescendo devido às belezas naturais e arquitetura histórica. E a pequena “cidadezinha” vem se preparando para melhor atender seus visitantes. Para se ter uma ideia, uma parte de sua estrada já foi asfaltada, para que o acesso fique melhor e mais pessoas possam chegar até lá, já que é, em grande parte, o turismo que sustenta a população.

Em Lavras Novas existem muitas pousadas e casas para alugar, que vão do luxo à simplicidade. Alguns moradores alugam quartos e suítes, às vezes da própria casa, por valores bem baixos, o que pode acrescentar à hospedagem um toque ainda mais mineiro, já que receptividade é com a gente mesmo.

Criado em 1896, o Teatro Amazonas é um dos pontos de parada obrigatórios para quem passa por Manaus (Amazonas)

Teatro Amazonas (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Localizado no centro da cidade, no largo de São Sebastião, o teatro dá um verdadeiro show de arquitetura que contrasta com grande parte do que se vê na cidade.
O Teatro Amazonas foi inaugurado no auge do Ciclo da Borracha, em 31 de dezembro de 1896, mas sua construção foi iniciada em 1882. O local foi tombado como patrimônio histórico em meados da década de 60. Durante muitos anos, Manaus foi conhecida como a Paris dos Trópicos e essa denominação é fácil de ser compreendida ao entrarmos no teatro.

De segunda a sábado, das 9h às 17h, é possível fazer uma visita guiada pelos interiores do local. O valor do ingresso é R$ 10 e as visitas ocorrem a cada 30 minutos. Há tour também em inglês. Os guias são simpáticos e explicam em detalhes cada pedaço do teatro.
Com capacidade para receber 701 pessoas, o Teatro Amazonas é palco, atualmente, para peças teatrais, apresentações de dança e ópera.

Durante o passeio, o guia conta fatos interessantes sobre a história da cidade e do teatro. No início do século XX, as mulheres faziam questão de usar grandes vestidos para ir ao local e não tinham coragem de lavá-los em Manaus, já que acreditavam que a água do Rio Negro iria sujá-los e, por isso, mandavam todos para serem lavados na Europa.

Criado em 1991, o Jardim Botânico de Curitiba, que leva o nome original de Fanchette Rischbieter, é o símbolo da capital paranaense e um dos lugares mais visitados da cidade

Jardim Botânico de Curitiba (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Com entrada gratuita e aberto diariamente a partir das 6h da manhã, o parque foi inspirado nos jardins franceses.
Pelas vielas arborizadas, circulam famílias, jovens, praticantes de esportes e muitos turistas munidos com suas câmeras fotográficas. Todos em busca de seus espacinho em um dos pontos mais bonitos da capital paranaense.

Seu ícone é a Estufa feita de estrutura metálica onde estão abrigadas inúmeras espécies de plantas raras da mata nativa, inclusive de outros biomas como Amazônia e Cerrado, além de uma fonte de água. É possível caminhar entre essas diversas espécies, como palmito, caetê e pindaíba.

Um passeio interessante oferecido é o “Jardim das Sensações”, onde seus olhos são vendados e você é convidado a conhecer as plantas com o tato das mãos e dos pés, além de sentir o perfume da flora.
Jardim Botânico de Curitiba (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Mais que um lugar fotogênico, o Jardim Botânico de Curitiba possui um importante espaço para realização de experimentos científicos, o Museu Botânico Municipal. Assim como a “Sala de Educação Ambiental”, que exibe mostras permanentes da flora local.