Aproveitando o clima de inverno na Serra Gaúcha,
saindo de Congonhas, no sábado pela manhã. O movimento estava intenso, por conta do feriado, mas não houve atraso e a viagem transcorreu bem, com a novidade de que dos lanches pagos que eu ainda não tinha visto na companhia! Em Porto Alegre, fomos direto ao guichê da Unidas, onde tínhamos a reserva de um carro para os quatro dias de viagem
Roteiro na Serra Gaúcha - Portal de Gramado
Do aeroporto, seguimos direto a Bento Gonçalves, distante pouco mais de 100 km de Porto Alegre. As estradas do Rio Grande do Sul, no entanto, têm um limite baixo de velocidade (em comparação a São Paulo), 80 km/h, em média, com trechos mais lentos e outros de serra, o que fez com que a viagem durasse quase duas horas.
Logo na entrada da cidade, uma escultura atrai os turistas a pararem e fotografarem, dando as boas-vindas à capital nacional do vinho. Um centro de informações também fica estrategicamente localizado no mesmo ponto, onde é possível pegar mapas, folders das vinícolas e informações sobre a região.
Ao contrário do Skye Bar (que já demos a dica de que dá pra curtir a vista sem gastar muito), um jantar ali ou mesmo um drink no piano bar é para os endinheirados. Mas durante a semana é possível subir até o 46º andar e aproveitar a vista panorâmica de graça.
O EDIFÍCIO ITÁLIA
Inaugurado em 1965 e considerado o segundo maior prédio da capital paulista, o Edifício Itália tem 165 metros de altura, 46 andares e 19 elevadores. Ali funcionam escritórios, um teatro, uma galeria e o restaurante na cobertura, que se tornou um dos símbolos de São Paulo.
O TERRAÇO ITÁLIA
No fim da construção do Edifício Itália, ao visitar seu empreendimento projetado por Franz Heep, o empresário italiano Evaristo Comolatti ficou surpreso com a incrível vista do topo do prédio, que na época ainda era o maior de São Paulo. Foi então que decidiu abrir ali um luxuoso restaurante para que os visitantes e moradores da cidade pudessem vê-la de seu ponto mais alto.
Como fãs de vistas panorâmicas, nosso primeiro programa em BH foi visitar o Mirante do Mangabeiras, de onde se tem uma incrível vista da cidade, principalmente dos modernos prédios da Zona Sul, das mansões do bairro Mangabeiras e da região Central.
Reurbanizado há pouco tempo, o mirante localizado próximo ao Parque das Mangabeiras, aos pés da Serra do Curral e atrás do Palácio das Mangabeiras (residência oficial do governador) já era visitado há muitos anos, mesmo quando não havia estrutura tão boa como a atual. No final de 2012, o local foi reaberto completamente reformado e agora tem um deck bem estruturado para curtir o visual.
Com estrada gratuita, o lugar fica aberto diariamente das 10h às 22h e conta com segurança e banheiros. Quem vai de carro precisa estacionar do lado de fora. Como é proibida a venda de alimentos dentro do espaço, carros com lanches e bebidas podem ser encontrados também na rua próxima da entrada.
Embora tenha uma vasta gama de opções de passeios e atrações para serem visitadas durante o dia, a vida do visitante em Manaus pode ficar bem complicada quando se procura um bom bar ou restaurante. Com a gente aconteceu e já ouvi outras histórias assim. O que acontece é que quando você pede indicações sobre um lugar bacana (ao menos bonitinho) para comer ou sair à noite, os taxistas, funcionários de hotéis ou mesmo moradores nas ruas não são a melhor referência.
Ouvi inúmeras vezes que “aquele boteco (sujo) da esquina” ou “aquela banquinha ali” tinham a melhor comida. “Mas eu quero um lugar legal, pode ser turístico”, eu retrucava. E eles falavam: “Então vai pro Shopping Manauara“. Sinceramente, se você mora em outra grande cidade, o que menos quer é ir comer em um shopping, apesar deste de Manaus ter realmente bons restaurantes. Por isso a ideia deste post é facilitar sua vida quando for até lá. Vamos dar algumas opções que testamos e aprovamos, mas é claro que existem outros lugares bacanas na capital do Amazonas. Por isso, sugiro que faça como a gente, pesquise muito na internet pra não cair na história do “jantar ali na esquina”.
Embora fique no Nordeste, muita gente se engana ao desembarcar em São Luís com a ideia de que encontrará praias paradisíacas como em outras capitais da região. Elas não são a principal atração por aqui. Mas bem próximo da zona central mais moderna (Ponta d’Areia, Lagoa do Jansen ou Renascença) fica a charmosa Praia do Calhau, uma ótima alternativa para quem não abre mão de colocar o pé na areia.
Considerada por muitos a mais bonita da capital maranhense, a Praia do Calhau parece ficar em outra cidade. A Avenida Litorânea que margeia a praia é charmosa, urbanizada, cheia de quiosques, bares e restaurantes. Há também ótimas opções de hotéis “pé na areia” nesta região.
Cercada por dunas e coqueiros, a praia é tomada por banhistas e por praticantes de esportes nos fins de semana. O cenário é bonito e bem limpo. Se a maré estiver baixa, algo impressionante em São Luís, você perceberá o quanto a água “entra” para o mar e como a faixa de areia fica larga.
Os quiosques são urbanizados e têm boa estrutura de alimentação e banheiros. O Adventure Beach Bar é um dos mais animados e frequentados pelos jovens.
Na Avenida Litorânea ficam também os excelentes restaurantes Feijão de Corda e Cabana do Sol, ambos testados e muitíssimo aprovados por nós. Não deixe de experimentar o arroz de cuxá com carne de sol ou frutos do mar.
Na Rua do Jardim Botânico. O antigo engenho de açúcar foi comprado por um britânico em meados do século XIX, que contratou, em 1840, o paisagista inglês John Tyndale para projetar um jardim como os europeus.
O nome surgiu quando o terreno passou para as mãos de Henrique Lage, que, para agradar a esposa, manda construir uma réplica de um palácio romano. A mansão erguida em torno de uma piscina tem mármores e azulejos italianos.
O casarão hoje abriga a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) e serve o concorridíssimo café da manhã, sob responsabilidade da rede D.R.I. Café. A fila de espera chega a ser de mais de uma hora e os nomes são colocados em uma lousa e riscados à medida em que as vagas vão surgindo.
O café em si é bem simples e caro pelo que serve, vale mesmo pelo cenário. Os preços são mais altos nos fins de semana e feriados e o cardápio é diferente, conforme abaixo:
Morei lá por mais de três anos e só agora me toquei que precisava sentir essa sensação.
Fiz meu primeiro voo duplo em Ölüdeniz, na Turquia, e voltei com a vontade de sempre que tiver oportunidade repetir a experiência. O voo de parapente em Santos acontece bem na divisa com São Vicente.
A subida até a rampa de voo livre é íngreme e estreita, porém bem sinalizada desde a avenida da praia. Em menos de 20 minutos você chega até o local dos “saltos”, a 182 metros acima do nível do mar. O visual já é incrível e vale a visita mesmo para quem não irá voar.
Vista da pista de voo livre em Santos e São Vicente (Foto: Esse Mundo É Nosso)
É também possível chegar até o local de decolagem por meio do teleférico de São Vicente, que liga a praia do Itararé até o alto da montanha.
A secretaria do Clube de Voo Livre do Litoral Paulista (CVLLP) fica ali, o que facilita os pilotos de fora a acertarem sua documentação. Para os inexperientes que desejam fazer o voo duplo, tudo também é resolvido no local.
O voo duplo de parapente custa R$180, valor que deve ser pago na hora em dinheiro ou após o voo, quando os pilotos podem levar você até um caixa eletrônico para sacar a quantia.