As inscrições para o 21º Salão Paranaense de Turismo já estão abertas. Para participar do evento é preciso realizar seu cadastro no site do evento. Agendado para os dias 5, 6 e 7 de março, em Curitiba (PR), o Salão Paranaense, promovido e inteiramente realizado pela ABAV-PR, reúne cerca de cinco mil participantes do trade e mais de 300 expositores, entre redes hoteleiras, companhias aéreas, operadoras, locadoras de veículos, destinos turísticos nacionais e internacionais, companhias de cruzeiros marítimos, órgãos oficiais do Turismo e prestadores de serviço do setor.
“Falta pouco para a realização da 21ª edição do Salão e a ABAV-PR está finalizando a programação, para apresentar ao público um grande e conceituado evento, reunindo o que há de melhor no trade”, relata o presidente da entidade, Roberto Bacovis.
O Salão Paranaense de Turismo será realizado nos dias 5 (abertura), 6 e 7 de março, no Expo Unimed, na capital paranaense.
Mais informações no site do evento www.salaoparanaense.com.br.
A Canon 5D, por exemplo, é uma camerassa. Mas não tem o monitor retrátil, utilíssimo para capturar situações espontâneas quando se faz fotografia de rua. Também não há controlador óptico de flashes externos, ferramenta usada por 100% de fotógrafos que trabalham em estúdio. E, veja só, a câmera da Canon munida de ambos atributos é justamente a 600D (Rebel T3i), a mais barata da linha.
Pondo lado a lado, claro que a 5D é superior. Sensor full frame (na prática, faz fotos cerca de 25% maiores) e alcança ISO’s altíssimos sem perda de qualidade na imagem, o que a faz ter desempenho incrível sob qualquer tipo de iluminação.
Agora, outro fator determinante. A 5D custa quatro vezes mais que a 600D. E é aí que a Canon acaba sendo uma vítima de sua própria qualidade.
Só pra deixar claro: o equipamento faz diferença e melhora nossas fotos, sim. Ele só não faz isso sozinho. Temos que melhorar junto com ele.
Se você está querendo imergir na fotografia com sua câmera profissional nova, seja ela qual for, mas o manual parece muito grande, aqui vão algumas dicas pra tirar ela da caixa e ir logo ao que interessa.
-Tire o modo automático da frente, logo de cara.
Faça de tudo pra esquecer aquele AUTO. Ele é atraso de vida.
Já inicie no “P” mode, que é um tanto quanto automatizado, mas ainda dá possibilidades de pequenos ajustes.
Maquineiros que entendem tudo de câmera, mas esquecem de estudar fotografia, detestam o modo P. Fotógrafos, não. A máquina tem que agir a seu favor, e não atrapalhá-lo.
As principais diferenças incluem:
– No P mode, pode-se girar a roldana que ajusta a combinação entre abertura e velocidade. No automático, não.
– O ISO pode ser ajustado manualmente em P mode. No automático, não.
– O pop-up flash sobe quase 100% das vezes no modo automático. No P mode, você escolhe quando quer utilizá-lo.
Se foi gol, não interessa se foi de bico ou de barriga. Não há sentido em julgar uma grande imagem por ter sido tirada em “P”, “Av” ou “M” mode.
Enfim, o modo automático recebe uma programação para que o primeiro plano esteja sempre iluminado e não borre. Ele foi feito para que as câmeras ditas “profissionais” não intimidem e possam ser vendáveis para qualquer público. O “P” não só é um ótimo início, como pode continuar sendo utilizado mesmo depois que o repertório de recursos do fotografo aumenta.
Alguns fotógrafos de antigamente, por exemplo, faria de tudo por um “P” mode em suas câmeras. Inclusive, grandes deles e de mais de uma geração, ainda o utilizam, como Moises Saman e Joe McNally. David Alan Harvey diz que, quando fotografa com filme, só não utiliza o “P” mode porque não tem essa opção.
A beleza das praias e o cenário do Quadrado – a praça central da vila emoldurada por casinhas coloridas, um campo de futebol no meio e uma igreja o fundo – são os mesmos.
Trancoso, entretanto, ganhou um upgrade que elevou seus serviços à categoria cinco estrelas - mas sem perder o charme, o astral e a ternura.
No Quadrado, velas nas mesas ao ar livre convidam para o jantar
O povoado, hoje, tem pousadas sofisticadas, lojas de grife e restaurantes estrelados que atraem ricos e famosos. Mas continua sem iluminação pública no Quadrado, obrigando os estabelecimentos que espalham mesas e cadeiras embaixo das frondosas amendoeiras a acenderem velas quando a noite cai.
O centrinho também permanece fechado para a circulação dos carros e algumas praias são acessíveis apenas depois de uma boa caminhada, como a deserta Ponta de Itaquena e a badalada Rio Verde, com clubs de praia que ca´pricham nos pufes, nos drinks e na boa música.
Independente dos estilos, as tribos só precisam entender o calendário de Trancoso para não terem o passeio frustrado. Caso o intuito seja fazer festa, escolha o Réveillon, quando o vilarejo fica completamente lotado. Já para curtir a essência tranquila do local, venha fora de temporada.
Integrante da badalada Região dos Lagos fluminense, a cidade às margens da Lagoa de Araruama é procurada por muitas famílias durante as férias de verão. O movimento fica no entorno da praia lacustre que dá nome ao município, com quiosques e ciclovia. Para curtir o pôr do sol, as melhores opções são a praia da Ilhota, com acesso à Ilha de Santa Rita de Cássia que abriga um oratório de 1917; e a rústica Ponta da Farinha.
Quiosques e ciclovia garantem o movimento na Lagoa de Araruama
Entre os atrativos culturais merece destaque a Casa da Cultura, instalada em um casarão do século 19 e que abriga exposição permanente de objetos históricos, exposição de artistas regionais, feira de artesanato e anfiteatro para apresentações nos finais de semana.
O espaço oferece ainda o Armazém da Terra, um quiosque repleto de guloseimas típicas como doce de amendoim, mel, tapioca... Não deixe de apreciar a singela Capela de Nossa Senhora da Conceição, erguida em 1761.
Em um cenário contornado por cânions gigantescos, paredões rochosos, rios cristalinos, cachoeiras, piscinas naturais e minas de quartzo, somente a paz pode reinar.
Para proteger tanta beleza o governo criou, em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, acessível pelo vilarejo de São Jorge, a 36 quilômetros de Alto Paraíso. Na área de 65 mil hectares há poucas trilhas abertas a visitação, mas elas levam - ainda bem - aos clássicos cartões-postais da região.
Entre eles estão os Saltos do rio Preto, que formam cascatas de até 120 metros de altura e a maior piscina natural da área, que chega a 300 metros de diâmetro. Para conhecer as quedas é preciso ficar atento: a reserva tem lotação limitada diária e para fazer os passeios é obrigatório o acompanhamento de guias.
Curtir os arredores do parque também exige a contratação de profissionais. Do lado de fora estão dezenas de atrações, como o Vale da Lua, um conjunto de rochas de cor cinza-claro semelhantes às crateras lunares.
O rio corre entre os buracos formando poços liberados para relaxantes banhos. Lá perto fica o Jardim de Maytrea, um verdadeiro oásis tomado por veredas de buritis e campos floridos.
Passear pela chapada não é tarefa das mais fáceis. Um mínimo de preparo é necessário para encarar as trilhas, algumas íngremes e cansativas. Mas só de imaginar as belezas escondidas no final do caminho vale a pena prosseguir. Entre uma parada e outra, aprecie a vegetação típica do cerrado, colorida por ipês, bromélias e aroeiras; ou acompanhe os vôos dos periquitos e das araras, que cortam os céus sempre em bandos. Quem tem espírito aventureiro pode curtir as paisagens de ângulos inusitados através da prática de atividades radicais como canyoning, cascading, tirolesa e rapel.
Apesar do isolamento e do clima de deserto, a região está entre as mais bonitas do país graças à vida e às cores que emanam da natureza. No meio do cerrado correm lobos-guarás e veados-mateiros, enquanto longínquas estradas de muita terra levam a verdadeiros oásis cercados por cachoeiras, poços de águas verde-esmeralda, dunas gigantescas...
A incomunicabilidade - celulares não pegam e não há orelhões -, reforça o contato total e exclusivo com natureza e seus encantos. A infraestrutura para explorar cada recanto, porém, existe. Por conta das grandes distâncias e das poucas opções de hospedagem e alimentação, diversas agências de viagens oferecem roteiros para conhecer o Jalapão - e contratar uma é a maneira mais indicada para encarar a "expedição".
Os serviços costumam incluir traslado em veículos 4x4 a partir de Palmas - a quase 200 quilômetros de Ponte Alta do Tocantins, considerada a porta de entrada do parque e acessível por estrada asfaltada - além de passeios rumo aos principais atrativos, como a cachoeira da Velha, o Fervedouro, as Dunas e o Mirante, todos distantes entre si e próximos do município de Mateiros. Os pacotes também incluem pernoites em acampamentos com direito a banho quente e refeições.
Calor, sacolejo e cansaço andam de mãos dadas na região. A trinca, porém, perde força quando o visitante aprecia o pôr do sol do alto dos montes de areia alaranjada, mergulha nas águas cristalinas das quedas d'água e das prainhas ou curte um rafting no Rio Novo. Quem não abre mão de fazer compras, mesmo estando em um lugar como o Jalapão, encontra uma agradável surpresa: o artesanato em capim dourado, produzido na comunidade quilombola de Mumbuca.
A turma se diverte, ainda, com o Carnaval de rua, considerado o melhor do Espírito Santo; e as festas folclóricas locais, como o Baile de São Benedito, promovido pela comunidade negra da cidade há mais de 300 anos.
As praias extensas e contornadas por restinga, porém você, são os grandes atrativos para quem vem de tão longe. A turma do burburinho segue na direção das praias do Farol e da Barra, com quiosques e boas ondas para a prática do surf.
Também procurada pelos surfistas é a praia de Guaxindiba, contornada por areias finas, fofas e amareladas. Já os pescadores batem ponto em Pontal do Sul - a praia deserta e salpicada por dunas é acessível por barco e repleta de badejos.
No final da tarde, todos os caminhos levam ao porto, onde as tribos se reúnem para contemplar o pôr do sol. Os mais animados seguem direto para o Laboratório do Altair, um boteco que oferece mais de 50 tipos de batidas e pingas feitas com raízes, ervas e frutas da região.