Tranquilidade e sossego são as palavras de ordem em Iguaba - pelo menos durante a baixa temporada!


Integrante da badalada Região dos Lagos fluminense, a cidade às margens da Lagoa de Araruama é procurada por muitas famílias durante as férias de verão. O movimento fica no entorno da praia lacustre que dá nome ao município, com quiosques e ciclovia. Para curtir o pôr do sol, as melhores opções são a praia da Ilhota, com acesso à Ilha de Santa Rita de Cássia que abriga um oratório de 1917; e a rústica Ponta da Farinha.

Quiosques e ciclovia garantem o movimento na Lagoa de Araruama 

Entre os atrativos culturais merece destaque a Casa da Cultura, instalada em um casarão do século 19 e que abriga exposição permanente de objetos históricos, exposição de artistas regionais, feira de artesanato e anfiteatro para apresentações nos finais de semana. 

O espaço oferece ainda o Armazém da Terra, um quiosque repleto de guloseimas típicas como doce de amendoim, mel, tapioca... Não deixe de apreciar a singela Capela de Nossa Senhora da Conceição, erguida em 1761.

O astral místico e as incontáveis belezas naturais da Chapada dos Veadeiros fazem de Alto Paraíso de Goiás um ponto de encontro de diversas tribos. Por lá, reúnem-se esotéricos, ecoturistas e aventureiros em perfeita harmonia


Em um cenário contornado por cânions gigantescos, paredões rochosos, rios cristalinos, cachoeiras, piscinas naturais e minas de quartzo, somente a paz pode reinar. 
Para proteger tanta beleza o governo criou, em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, acessível pelo vilarejo de São Jorge, a 36 quilômetros de Alto Paraíso. Na área de 65 mil hectares há poucas trilhas abertas a visitação, mas elas levam - ainda bem - aos clássicos cartões-postais da região. 

Entre eles estão os Saltos do rio Preto, que formam cascatas de até 120 metros de altura e a maior piscina natural da área, que chega a 300 metros de diâmetro. Para conhecer as quedas é preciso ficar atento: a reserva tem lotação limitada diária e para fazer os passeios é obrigatório o acompanhamento de guias. 

Curtir os arredores do parque também exige a contratação de profissionais. Do lado de fora estão dezenas de atrações, como o Vale da Lua, um conjunto de rochas de cor cinza-claro semelhantes às crateras lunares. 

O rio corre entre os buracos formando poços liberados para relaxantes banhos. Lá perto fica o Jardim de Maytrea, um verdadeiro oásis tomado por veredas de buritis e campos floridos.

Passear pela chapada não é tarefa das mais fáceis. Um mínimo de preparo é necessário para encarar as trilhas, algumas íngremes e cansativas. Mas só de imaginar as belezas escondidas no final do caminho vale a pena prosseguir. Entre uma parada e outra, aprecie a vegetação típica do cerrado, colorida por ipês, bromélias e aroeiras; ou acompanhe os vôos dos periquitos e das araras, que cortam os céus sempre em bandos. Quem tem espírito aventureiro pode curtir as paisagens de ângulos inusitados através da prática de atividades radicais como canyoning, cascading, tirolesa e rapel. 

Pouco conhecido e selvagem, o Parque Estadual do Jalapão impressiona com as suas belas paisagens e sua rica natureza preservada...


Apesar do isolamento e do clima de deserto, a região está entre as mais bonitas do país graças à vida e às cores que emanam da natureza. No meio do cerrado correm lobos-guarás e veados-mateiros, enquanto longínquas estradas de muita terra levam a verdadeiros oásis cercados por cachoeiras, poços de águas verde-esmeralda, dunas gigantescas...  

A incomunicabilidade - celulares não pegam e não há orelhões -, reforça o contato total e exclusivo com natureza e seus encantos. A infraestrutura para explorar cada recanto, porém, existe. Por conta das grandes distâncias e das poucas opções de hospedagem e alimentação, diversas agências de viagens oferecem roteiros para conhecer o Jalapão - e contratar uma é a maneira mais indicada para encarar a "expedição". 

Os serviços costumam incluir traslado em veículos 4x4 a partir de Palmas - a quase 200 quilômetros de Ponte Alta do Tocantins, considerada a porta de entrada do parque e acessível por estrada asfaltada - além de passeios rumo aos principais atrativos, como a cachoeira da Velha, o Fervedouro, as Dunas e o Mirante, todos distantes entre si e próximos do município de Mateiros. Os pacotes também incluem pernoites em acampamentos com direito a banho quente e refeições. 

Calor, sacolejo e cansaço andam de mãos dadas na região. A trinca, porém, perde força quando o visitante aprecia o pôr do sol do alto dos montes de areia alaranjada, mergulha nas águas cristalinas das quedas d'água e das prainhas ou curte um rafting no Rio Novo. Quem não abre mão de fazer compras, mesmo estando em um lugar como o Jalapão, encontra uma agradável surpresa: o artesanato em capim dourado, produzido na comunidade quilombola de Mumbuca.

Conheça você também a famosa Conceição da Barra.Além das praias, os visitantes curtem também os passeios de barco pelo rio Cricaré e suas comunidades ribeirinhas



A turma se diverte, ainda, com o Carnaval de rua, considerado o melhor do Espírito Santo; e as festas folclóricas locais, como o Baile de São Benedito, promovido pela comunidade negra da cidade há mais de 300 anos. 
As praias extensas e contornadas por restinga, porém você, são os grandes atrativos para quem vem de tão longe. A turma do burburinho segue na direção das praias do Farol e da Barra, com quiosques e boas ondas para a prática do surf. 
Também procurada pelos surfistas é a praia de Guaxindiba, contornada por areias finas, fofas e amareladas. Já os pescadores batem ponto em Pontal do Sul - a praia deserta e salpicada por dunas é acessível por barco e repleta de badejos. 

No final da tarde, todos os caminhos levam ao porto, onde as tribos se reúnem para contemplar o pôr do sol. Os mais animados seguem direto para o Laboratório do Altair, um boteco que oferece mais de 50 tipos de batidas e pingas feitas com raízes, ervas e frutas da região.

Lagoa Misteriosa: um dos melhores lugares para mergulhar no Brasil


Arraial do Cabo (RJ), Abrolhos (BA) e Fernando de Noronha (PE): estão aí três dos pontos mais badalados aqui do Brasil para quem curte fazer mergulho de cilindro.
Quem já foi em um dos três jura de pé junto que é o máximo – mar estupidamente transparente, corais, embarcações naufragadas, peixinhos coloridos e coisa e tal.
Eu, honestamente, nunca fiz nenhum dos três lugares – já fiz o batismo uma vez, no Mar Vermelho no Egito, pela simples equação “estar lá e aproveitar a oportunidade”, e por isso é totalmente minha culpa nunca ter continuado com a empolgação e ter feito o curso e certificação, especialmente porque é aqui do lado de casa, em Arraial do Cabo, um dos melhores pontos para aprender.

Sabe aquela coisa de “santo de casa”? Pois é. Só por que eu moro aqui, acabo deixando para depois, porque sempre vou ter tempo, vou ter tempo e – putz – nunca faço.
Mas foi por isso que eu tinha me dado um prazo: ia me certificar até maio de 2013. A data limite tinha um motivo: eu ia para Bonito visitar a Lagoa Misteriosa e o Abismo Anhumas, dois dos lugares mais do balacobaco para mergulhar. Sem mar, coral, nem peixinhos coloridos, é verdade, mas me era prometida uma água de visibilidade única e uma super de uma experiência: mergulhar numa caverna.

Moral da história: a procrastinação venceu, o calendário apertou e o curso ficou para lá. Ou seja, Bonito foi só de snorkel mesmo no meu caso.
Voltei aguada. Literalmente. Mas foi tapa de luva necessário para eu tomar vergonha na cara e pôr o curso de mergulho como meta definitiva para agora, 2014. Para voltar para lá depois e mergulhar como o manda o figurino.
Mas para o caso de você já ter o certificado (ou estar pensando em fazer o batismo num lugar bem bacana) e for para lá antes de eu voltar, fica aqui a sugestão: faça. Os dois lugares – Abismo Anhumas e Lagoa Misteriosa – são inusitados e lindos de uma maneira única, e mesmo quem não quer fazer mergulho de cilindro não vai se arrepender de conhecer

Dicas do Quênia – muito além dos clichês


Quando se ouve falar sobre o Quênia (Kenya), logo vem a mente a savana e os animais, mas vai muito além disso. É um belo país que possui florestas, savanas, lagos e praias, logo ao planejar uma viagem ao país você pode escolher entre a selva ou o mar. Apaixonado por animais, obviamente preferi a natureza selvagem e não satisfeito com os pacotes oferecidos pelas agências de viagens daqui, resolvi eu mesmo criar o meu itinerário e assim “migrei” para o Quênia vivendo intensos 12 dias, visitando lugares que poucos turistas conhecem e outros clichês que todos vão.

Nairóbi: Em um dia na cidade, optei por visitar alguns centros de reabilitação de animais, tais como:

- Giraffe Centre: Um local que abriga girafas domesticadas, onde você pode alimenta-las, eu mais atrevido, resolvi dar um selinho em uma delas. Próximo dali fica o famoso hotel Giraffe Mannor, onde personalidades como Brooke Shields, Mick Jagger, Gisele Budchen, Ewan Macgregor e outros já se hospedaram. O hotel tem uma particularidade, as girafas(as mesmas do Gireffe Centre) colocam
a cabeça nas janelas dos quartos dos hóspedes.

- Daphene Sheldrick Trust: É uma fundação que cuida de elefantes bebês órfãos e os reabilita a natureza. Foi muito emocionante estar ao lado deles, mantendo um contato tão próximo. Daphene é uma simpática senhora que há décadas mantém essa fundação conhecida mundialmente.

- Animal Orphanage: Como o próprio nome já diz é um orfanato de animais, um lugar muito agradável mas eu só sosseguei quando consegui entrar na jaula das cheetahs e tirei uma foto com elas, tarefa não muito fácil.

A apenas 16 quilômetros do Centro de Natal, Extremoz abriga um dos principais cartões-postais da região: a praia de Genipabu


Famosa pelas dunas e lagoas, é explorada através dos passeios de buggy e de dromedário.
Também fazem parte do cenário as praias de Santa Rita - tranquila e com trechos desertos - e a de Pitangui, colorida pelos barquinhos de pesca e com uma lagoa procurada para passeios de caiaque e prática de tirolesa.
Extremoz possui ainda monumentos histórico, como a Matriz de São Miguel, considerada uma das mais bonitas igrejas coloniais do Rio Grande do Norte.
Quando o assunto é artesanato, chamam a atenção os tapetes e as peças de areia colorida.